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Constelações familiares: quando a alma encontra o seu lugar

As Constelações Familiares ajudam-nos a ver o que, até então, estava escondido.
Elas trazem à luz os padrões invisíveis que nos ligam à nossa família e que, muitas vezes, condicionam as nossas escolhas, relações e até a nossa saúde.

Com amor e respeito, essa abordagem permite que cada um tome o seu lugar no sistema, libertando-se de cargas que não lhe pertencem.
É um caminho de reconciliação com a vida, com os nossos pais, com a nossa família e com a nossa história.

A Constelação não julga, integra.
Não culpa, acolhe.
E ao fazê-lo, abre espaço para mais paz, mais clareza e mais amor.

Porque quando tudo encontra o seu lugar, a alma pode finalmente descansar e o coração, viver com leveza.

Falar sobre os excluídos na família é entrar num dos temas mais profundos e sensíveis dentro das Constelações Familiares, desenvolvido por Bert Hellinger. Este é um dos pilares da abordagem sistémica e está diretamente ligado à Lei do Pertencimento, uma das três grandes Ordens do Amor. Um excluído é alguém que, por qualquer razão, foi esquecido, rejeitado, ignorado ou banido emocionalmente do sistema familiar. Às vezes, a exclusão é silenciosa. Outras vezes, é evidente e carregada de julgamento.

Que exemplos podemos ter como excluídos?

  • Um filho que morreu muito cedo (natimorto, aborto, adoção não falada);
  • Um familiar com doença mental ou deficiência ocultada;
  • Um antepassado envolvido em crimes, vícios ou “vergonhas familiares”;
  • Ex-parceiros dos pais ou avós que foram importantes, mas ignorados;
  • Mulheres que perderam filhos e nunca foram reconhecidas como mães;
  • Alguém injustamente acusado ou abandonado pela família;
  • Pessoas de quem “não se fala mais”, por conflitos, disputas ou julgamentos.


Necessitam de ser reconhecidos e integrados!

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